domingo, fevereiro 18, 2007

As mulheres têm sempre resposta para tudo!!

Mulher tem sempre resposta para tudo !!

Ele disse... Não sei porque usas soutien; não tens nada para pôr lá dentro.
Ela disse... Tu usas cuecas, não usas?

Ele disse... É verdade que só me amas por causa da fortuna que o meu pai me deixou?
Ela disse... Não, querido. Eu amar-te-ia de qualquer maneira, independentemente de quem te deixou a fortuna.

Ele disse... Desde a primeira vez que te vi, quis fazer amor contigo da pior maneira possível.
Ela disse... Bem, conseguiste.

Ele disse... Tens peito liso e pêlos nas pernas. Alguma vez te confundiram com um homem?
Ela disse... Não, e a ti?

Ele disse... Porque é que vocês mulheres sempre nos tentam impressionar com o vosso aspecto em vez de com o vosso cérebro?
Ela disse... Porque há mais chances de um homem ser imbecil do que ser cego.

Ele disse... Vamos sair e divertirmo-nos hoje?
Ela disse... Está bem, mas se chegares a casa primeiro do que eu, deixa a luz do corredor ligada.

Ele disse... Porque é que nunca me dizes quando tens um orgasmo?
Ela disse... Eu até dizia, mas nunca estás presente.


sábado, fevereiro 17, 2007

Calmante feminino

Modernices

Ao ver esta foto fiquei com uma dúvida:
-Estou na presença de um bizarro caso de voyerismo;
- ou um cartaz de apoio ao sexo inter-racial como forma retorcida de luta contra o racismo?
Aceitam-se sugestões.

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Casa na hora

No dia 14/02/2007 ocorreu no Picoas Plaza a apresentação do projecto Casa na hora, onde é proposto a reinvenção do acto de comprar casa tornando essa aquisição mais rápida.
Tendo em conta o dia em que ocorreu (14/02/2007, o dia dos namorados) bem que podiam ter aproveitado a minha ideia aqui exposta a 18/12/2006 e 19/12/2006 onde dissertei sobre a necessidade de se fazer uma inovação do bébé no minuto.
Hora tendo em conta o dia que foi escolhido para a apresentação deste projecto porque não complementá-lo com algo relacionado com a poética data escolhida?

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

A dúvida do dia !!

"SE O CU É MAIS PEQUENO QUE A BOCA, PORQUE É QUE O SUPOSITÓRIO É  MAIOR QUE O COMPRIMIDO?!"

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Tremor de terra

Escrevo estas linhas ainda no rescaldo do tremor de terra sentido ontem pela manhã. No começo nem eu nem os meus colegas de sala nos apercebemos do que se passava.
No inicio e como as coisas se processaram o pânico foi lançado e só descansamos quando soubemos que era só um tremor de terra.
Confusos?
Passo a explicar.
No andar debaixo fica a contabilidade, onde está uma personagem que carinhosamente é apelidada de "A gorducha gasosa" devido a problemas de aerofagia, ou melhor a problemas de contenção aerofágica. Em dias de feijoada, normalmente têm de se lhe atar um pé a uma mesa para que não saia a voar, bufando gás por todo o lado.
Assim que começamos a sentir o prédio a vibrar, olhámos uns para os outros e com os olhos a abrir lenta e arregaladament, ouve alguém que a medo e meio timidamente pronunciou a palavra temida:
- GÁS!!!
O pânico ficou instalado na minha sala, e começou tudo a correr para as janelas para salvar a própria vida, pois o metano orgânico que ameaçava espalhar-se pelo prédio, com origem na contabilidade, ameaçava a vida de cada um.
Quando começávamos a lutar, qual animais irracionais, pela própria vida em frente a uma janela é que alguém se apercebeu que não só ainda não era após almoço como havia mais gente na rua a olhar em volta.
Com o ser racional a voltar a dominar comecei a pensar que ou jantar no dia anterior teria sido uma feijoada à transmontana e estava o pânico generalizado na rua, devido ao reconhecido potencial da nossa peidorrenta ou
havia algo mais.
Foi quando nos apercebemos que afinal era só um tremor de terra e aí as hostes sossegaram e cessaram as hostilidades junto da janela e cada um voltou para o seu lugar lambendo as feridas de combate.

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Diário de uma deslocada

Amiga:

Conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando

as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela firma para o Rio de Janeiro.

Terminei hoje de arrumar as coisas no meu novo apartamento. Ficou uma gracinha, mas estou exausta.

São dez da noite e já estou pregada.

Segunda-Feira:

Cheguei na firma e já adorei.

Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta.

Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer arrebentar o terno.

Lindooooo!

Estou apaixonada.

Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e

fiz uma promessa de estar parada defronte ao elevador todos os dias a essa mesma hora.

Ele desceu no andar da engenharia.

Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos comigo.

Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com essa cidade.

Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã vou a um mercado comprar alguma coisa.

Terça-Feira:

Amiga! Precisava contar. Sabe aquele homem de quem falei? Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador. Fiquei sem ação e baixei a cabeça.

Como sou burra!

Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime.

Me olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta.

Fui no mercado e só comprei coisinhas leves: biscoitos,legumes e chás.

Resolvido! Estou de dieta.

Quarta-Feira:

Acordei com dor-de-cabeça.

Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar. Preciso manter-me firme na dieta.

Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana.

Ah! O nome dele é Marcelo.

Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador.

E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho.

Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou.

Estou progredindo, né?

Como faço para me insinuar sem parecer vulgar?

Comprei um vestido dois números menores que o meu. Será a minha meta.

Quinta-Feira:

O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu sorriso iluminou tudo!

Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Brasília e eu só fiz:

"U-hum"...

Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse:

"U-hum".

Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse:

"U-hum".

Então ele perguntou se eu só sabia falar "U-hum" e eu respondi:

"Ã-hã".

Será que fui muito evasiva? Será que eu deveria ter falado um pouco mais?

Ai, amiga! Estou tão apaixonada! Estou resolvida!

Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio de Janeiro no final de semana.

Quanto ao resto, bem... ando com muita enxaqueca.

Acho que vou quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes.

Espero que não me engorde demais.

Sexta-Feira:

Amiga! Estou arruinada! Ontem à noite não resisti e me empanturrei.

Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e beterraba.

Menina, saí de casa que parecia um caminhão de lixo. Como eu peidava(nossa!

você não imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!).

No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco

para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava.

Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou:

"Aí! Peidar até pode, mas jogar merda em pó dentro do vagão é muita sacanagem!"

Uma senhora gorda foi responsabilizada.

Todo mundo olhava para ela, tadinha.

Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro.

O meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de vergonha.

Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo,

enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta.

Aproveitei e soltei mais um. O senhor que estava na frente da mulher com o bebê virou-se para ela e disse:

"Dona! É melhor a senhora jogar esse bebê fora porque ele está podre!".

Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende bolinhos,

café, queijo, essas coisas de camelô.

Pois eu ia passando e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou.

O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou:

"Pô, dona Maria! Esse pastel tá bichado!"

Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis degraus pela escada.

Meu azar foi que o Marcelo ficou segurando a porta, esperando que eu entrasse.

Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou o botão do meu andar.

Já no terceiro andar ficamos sozinhos.

Cheguei a me sentir aliviada, pois assim a viagem terminaria mais rápida. Pensei rápido demais.

O elevador deu um solavanco e as luzes se apagaram.

Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu.

Marcelo sorriu (ai, aquele sorriso...) e disse que era a bruxa da sexta-feira.

Era assim mesmo, logo a luz voltaria, não precisava se preocupar.

Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada.

Amiga, juro que tentei prender. Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar.

Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível,

como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação dessas?

Peidar e ficar tentando aspirar o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou?

Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não o demonstrou.

Também não consegui disfarçar o barulho dentro da barriga.

Eu disse que era fome, mas acho que não colou.

Quando achei que o fedor havia passado, voltei a respirar normal.

Disse para ele que eu era claustrófoba.

Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior.

O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas ainda não disse nada.

Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em estado de parto.

Dessa vez Marcelo ficou afastado, no canto mais distante de mim no elevador.

Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos,

como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso. Ele ficou lá, no canto, impávido.

Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro.

Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de emergência.

Coitado! Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, na respiração cachorrinho.

Quando a catinga dissipou, ele se acalmou. As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos.

Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse:

"Meus olhos também estão ardendo..."

E juro que pensei que ele fosse dizer algo bonito.

Aquilo me magoou profundamente. Pensei:

"Ah, é, FDP? Então acabou a respiração cachorrinho..."

Depois disso, no primeiro ele cobriu o rosto com o paletó.

No segundo, enrolou a cabeça. No terceiro, prendeu a respiração, no quarto, ele ficou roxo.

No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou:

"Mulher! Pára de se cagar!".

Depois disso ele só chorava. Chorou como um bebê até sermos resgatados, quatro horas depois.

Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar, de preferência outro País.

Apague este e-mail depois de ler, tá?

Sua amiga, Ana.

domingo, fevereiro 11, 2007

Cerveja a saco

Sempre achei que cerveja no copo ou na garrafa não chegava. E aqui está uma novidade que seria bem recebida por estes lados. Até parece que estou a ver chegar a um bar e pedir uma cerveja e pedir uma cerveja.
Logo a seguir o empregado responder: Copo, lata, garrafa ou saco?
E quando não couber no saco pode-se sempre por no pacote. O que por si só já não é grande novidade pois já vi em alguns sites sair de orifícios corporais latas de cerveja.
Este tipo de recipiente para a cerveja (e já agora a espalhar-se por outro tipo de bebidas) teria a vantagem de ser menos penoso a trazer do supermercado, pois assim acaba-se o deprimente espectáculo dos sacos que se rompem com garrafas lá dentro, talvez suplantando a infelicidade feminina proveniente do desaparecimento das garrafas.
Pois essas são mais do que um recipiente, são um instrumento de prazer solitário.

sábado, fevereiro 10, 2007

Até para ser porco é preciso sorte

Sempre ouvi dizer que até para se ser cão é preciso ter sorte. Neste caso é de dizer que até para se ser porco é preciso ter sorte. Uns encontram a faca, outros são passeados de moto.

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Sombrero ecológico

Se tem muitos garrafões de água vazios e não sabe o que fazer com eles ....
Se tem um desejo irreprimível para imitar a Vanda Stuart, mas duma forma que seja mais natural (afinal cabelo azul não é nada natural, só se lavar o cabelo com WC Pato)...
Se é adepto da reciclagem...
Se o sol lhe faz mal à moleirinha....
... a próxima foto vai ser a solução dos seus problemas e amarguras.


E estamos a ajudar o ambiente contra os detritos...

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Grande realidade

 
 
A maneira mais cara de ter sua louça lavada de graca é casando.

terça-feira, fevereiro 06, 2007

Comentários após o sexo, segundo o signo

Carneiro: "Ok, vamos faze-lo outra vez!"
 
Touro: "Estou com fome - passa-me a pizza."
 
Gémeos: "Viste o comando da televisao?"
 
Caranguejo: "Quando é que casamos?"
 
Leao: "Nao fui fantástico?"
 
Virgem: "Preciso de lavar os lençóis."
 
Balança: "Eu gostei se tu gostaste."
 
Escorpiao: "Talvez seja melhor eu desamarrar-te."
 
Sagitário: "Nao me telefones - Eu telefono-te."
 
Capricórnio: "Tens um cartao de visita?"
 
Aquário: "Vamos tentar agora sem roupas!"
 
Peixes: "Como é que disseste que te chamavas?"

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Anedota...

Um imigrante checo vai a um oftalmologista português que lhe mostra um cartaz com as seguintes letras:

c z w x n q s t a c z

Pergunta-lhe o médico: - Consegue ler?

- Se consigo ler? - pergunta o checo.

- Eu até conheço o gajo!!!



domingo, fevereiro 04, 2007

Educação sexual

Hoje resolvi dissertar sobre a educação sexual. Muito se discute sobre o tema, se deve ou não haver nas escolas educação sexual.
Eu sou apologista do sim, deve haver. A educação é uma das paixões de um ex-primeiro ministro nosso. Nunca é demais investir na educação, em especial a dos nossos jovens. Especializando a educação deles no sexo é fundamental para boas relações no futuro.
Afinal sempre é melhor o adolescente falar em termos técnicos como "fellatio" ou "cunnilingus" do que utilizar alguns termos mais vernáculos que por aí andam.
E se no fim do acto o parceiro agradecer é sinal que ele é bem educado sexualmente. Até porque quando se lida com pessoas educadas é outra coisa...

sábado, fevereiro 03, 2007

Operação stop

A nossa polícia anda sempre a inovar. Agora como não chegava andar a fazer operações stop nas estradas a automobilistas, resolveu dedicar-se a fazer operações stop a barcos.
Fica aqui o registo fotográfico de uma operação dessas.
Nem imagino como será que o agente fará para que o condutor náutico sopre no balão. E o radar? Onde está o Radar?

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Fidelidade

No outro dia ouvi nos transportes comentários entre duas mulheres acerca da fidelidade conjugal duma terceiro homem que não percebi se era ou não relacionado com alguma delas.
Percebi sim que o pobre coitado estava a ser, tal como todos os homens, incompreendido.
Passo a explicar.
Um homem nunca sai com a sua cônjuge e outra mulher ao mesmo tempo. Logo aí caí por terra os argumentos da infidelidade.
Como não há mulher (ou homem) algum que aceite fazer uma saída a três, logo a teoria de ao mesmo tempo caí por terra. E se por algum motivo o respectivo cônjuge alinhar num cenário tripartido, então deixa de haver infidelidade para ser uma situação consentida.
Assim ninguém é infiel.
Espero ter contribuído para a felicidade de lares e descanso de vizinhos que ouvem intermináveis discussões.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

O flagelo do pitês

Existe um novo dialecto que me põe os nervos em franja. Tive o azar de falar pelo msn com um adolescente filho de um colega meu, pelo msn.
Fiquei extasiado com o facto do miúdo ser normal cuja linguagem não choca, não utiliza vocabulario brejeiro, nem abusa dos palavrões.
E no entanto quando está atrás de um teclado e de um monitor escreve numa linguagem absolutamente ininteligível para pessoas normais.
Eu estou habituado às abreviaturas da internet e dos sms, mas aquele tipo de linguagem não têm nada a ver com isso, é uma lingua nova que evoluiu nas novas tecnologias e se disseminou entre a população jovem. Escusado será dizer que ao fim de meia dúzia de linhas de conversa eu já tinha desistido de tentar entender e socorri-me do tradutor de pitês português que achei na net.

http://pitez.ptservers.org/mostradb.php

De qualquer modo ao ler as linhas escritas pelo miúdo, a única imagem que me ocorria era a figura que o meu pai faz quando me ponho a rir das coisas que leio na internet e a interagir com alguém pelo msn e via-me nessa figura.

quarta-feira, janeiro 31, 2007

Que utentes?


Na minha opinião os utentes são os que estão já mortos. Os vivo serão quanto muito visitanes. Ou será que é um cemitério de alguma religião que os mortos regressam à vida?

terça-feira, janeiro 30, 2007

A falta de mulheres

Que a Holanda é um país liberal, todos sabemos disso.
O que eu desconhecia é que a falta de mulheres conduzia a isto.

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Telemóvel para mulheres

Depois de ter sido aqui divulgado um comando para homens, eis que recebi a resposta no mail . Para não ser acusado de parcialidade, divulgo o que recebi um kit feminino que inclui telemóvel, escova de dentes, bâton, lima para as unhas, ...
Finalmente o kit pelo qual todas as mulheres ansiavam.

Call center da optimus

Apreciem. Algumas são excelentes!

[...]

Cliente: O Sr. quer que eu tire o chispe?

[...]

Cliente: Porque é que sem o cartão dentro do telemóvel não tenho acesso a nada?

[...]

Cliente: Olhe, queria saber se já tenho o room service activado.

[...]

Cliente: O meu pai vai para Espanha na terça-feira, como é que eu faço para o telemóvel ir com ele?

[...]

Cliente: O período de validade do meu cartão acabou hoje. Qual é a vantagem que isto tem?

[...]

Cliente: Devo aguardar cinco dias úteis para a frente ou para trás?

[...]

Cliente: Eu gostaria de saber se este número de telefone tem telefone.

[...]

Cliente: Olhe, eu liguei para dizer que se alguém me ligar pode deixar mensagem, porque agora vou desligar o telemóvel.

[...]

Cliente: Não tenho fax, eu quero é que me envie um fax por carta.

[...]

Cliente: Menina, queria que o meu número não aparecesse nos retrovisores dos outros telemóveis?

[...]

Cliente: Olhe, queria alterar o meu tarifário para Hambúrguer Life..

[...]

Cliente: Para jogar os jogos que tenho no meu telemóvel, pago alguma coisa?

[...]

Cliente: Fiz uma chamada para outra pessoa e tiraram-me dinheiro do telemóvel. Mas então sou eu que pago?

[...]

[chamada com interferências]

Assistente: Tem algum contacto alternativo para onde lhe possa ligar?

Cliente: Não, estou num passeio, por isso é que se ouve mal.

[...]

Assistente: A senhora deverá ligar o número do serviço para ouvir as suas mensagens.

Cliente: Ligo para esse número e peço para falar com quem?

[...]

[dificuldade em captar rede]

Assistente: Experimente retirar a antena e voltar a colocá-la.

Cliente: Nem pensar! A antena vem agarrada e depois parto isto tudo...Dava cabo da minha vida.

[...]

[confidencialidade]

Cliente: Queria saber se o meu número está conferência ou não...

[...]

[indicação de teclado bloqueado e de rede disponível]

Cliente: O meu telemóvel tem um garfo e uma colher no visor...

[...]

Assistente: Qual é a marca e o modelo do seu equipamento?

Cliente: É um INOX 510.

[...]

Cliente: Queria trocar o meu telemóvel de carregamento multibanco por um daqueles sem cartão...

Assistente: Todos os telemóveis funcionam com cartão, só que uns são recarregáveis e outros não.

Cliente: Pois eu quero um daqueles que não se paga. A minha mãe tem um e não precisa pagar para fazer chamadas.

[...]

Cliente: Ouvi dizer que as chamadas telefónicas da Roda dos Milhões são falsas e que é brincadeira. Gostaria de saber se é ou não verdade.

Assistente: Se existir alguma questão sobre os nossos produtos ou serviços estamos ao dispor para a esclarecer...

Cliente: Não, sobre esses serviços não.

[...]

Cliente: Que quer dizer isto...chamadas de emergência?

Assistente: Significa que o telemóvel da senhora não tem rede neste momento e só pode fazer chamadas de emergência.

Cliente: Ai, que alívio! Pensei que era para ligar para o Hospital. Estava aflita a pensar quem é que estaria nas emergências.

[...]

Assistente: Qual é o seu número de contribuinte?

Cliente: O meu ou o do telemóvel?

[...]

Cliente: Estou aqui com um problema no meu telemóvel...

Assistente: Qual é exactamente a situação?

Cliente: É que agora não me lembro do ping e o que é pior é que perdi o pum...

[...]

Assistente: Boa noite, faz favor...

Cliente: Olhe, mande-me aí dois trolhas.

Assistente: O senhor ligou para a Optimus

Cliente: Eu sei, mas preciso de dois trolhas! Podem mandá-los hoje?

[...]

Cliente: Queria saber se vocês têm um cliente com o nome de [nome do cliente]...

Assistente: Sabe indicar-me a localidade?

Cliente: Olhe, estou na estrada. Vou a conduzir.

[...]

Cliente: Estou, Josué?

Assistente: O senhor ligou para o serviço de assistência...

Cliente: Ai, não é da Casa Mexilhão?

[...]

Cliente: Estou a ligar para um número e dizem-me que não está atribuído...

Assistente: Qual é o número que a senhora está a tentar ligar?

Cliente: Isso não posso dizer, porque é um número confidencial.

[...]

Assistente: Qual é a marca do seu telemóvel?

Cliente: É um... É um...Borsch...

Assistente: Um Bosch 509?

Cliente: Um Mostorbosch...

Assistente: Um Mitsubishi?

Cliente: Isso, um Masturbischi.

sábado, janeiro 27, 2007

Tempos livres

Nos meu tempos de estudante, para arranjar mais uns trocos, no Verão arranjava sempre uns trabalhitos temporários para ajudar a equilibrar as finanças.
Um desses trabalhos foi o vendedor de enciclopédias.
Um dia, bati à porta duma casa e aparece um miúdo de 10 anos, que trás um charuto numa mão e uma cerveja na outra.
Perguntei:
- Boa tarde, a tua mãe está?
O miúdo, dando um gole na cerveja, dá uma passa no charuto e deitando a cinza para o chão, responde:
- O que é que achas?

sexta-feira, janeiro 26, 2007

O comando masculino

O homem não sobrevive sem um telecomando, por isso foi agora inventado o telecomando especificamente virado para os homens. Mal posso esperar para comprar o meu. Esta é uma invenção só talvez comparável à roda.

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Grande bebedeira

Quando se bebe um copo a mais normalmente acaba-se por conversar demais, até mesmo com quem não nos dá resposta.
A não ser que a estátua fosse duma mulher, pois aí aposto que mesmo estátua haveria de falar pelos cotovelos.

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Jogos

Por norma sou contra jogos de azar e não tenho grande jeito para jogos de tabuleiro. Mas não sei porquê parece-me que no jogo abaixo indicado iria me dar bem.

terça-feira, janeiro 23, 2007

Como caminhar sobre a água

Pode parecer impossível, mas se há um tónico bem grande para nos fazer ultrapassar os nossos limites e até barreiras tisicas é o medo.
Caminhar sobre a água está ao alcance de cada um, basta ter um touro enraivecido atrás.
O medo é um estimulante espantoso, nem sei se não será dopping.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Estudo cientifico

Ouvi na rádio que um estudo cientifico revelou que 95% das mulheres fazem a cama e que apenas 85% dos homens.
Estes números suscitam-me duas questões:
- qual a utilidade dum estudo destes?
- como dá mais de 100%, há muita gente mentirosa ou então tem por aí gente a fazer camas que não a deles.

domingo, janeiro 21, 2007

Reduzir a despesa da saúde

Deixo aqui uma sugestão para o nosso governo poder cortar nas despejas da saúde, sem cortar nos benefícios ao cidadão.
Um veiculo de intervenção rápida para os meios citadinos, não poluente e muito económico.


sábado, janeiro 20, 2007

Afinal a TV consegue ser pior ainda

Escrevi dias atrás como me sentia horrorizado com a qualidade da televisão portuguesa. Hoje sábado, ao almoçar na casa dos meus pais e tive de levar com o que eles estavam a ver na TV, para meu horror o programa que dá a seguir ao noticiário na SIC, ainda consegue ser pior que as novelas e concursos de fim de tarde dos dias de semana.
A sorte foi que o almoço não era carne, assim não havia facas de corte na mesa, o que quer dizer que não houve tentativas de cortes de pulsos em desespero pela programação apresentada.
Teve a parte positiva de me mostrar que ostentar o que não se têm não é exibicionismo, é sim estar na moda. Assim andar a vasculhar a vida de pessoas que a maioria dos mortais não conhece com uma câmara de televisão, não é cusquice ou tara, é programa de televisão.
O meu estômago ficou embrulhado a tarde toda pelos poucos minutos que tive de aturar esse programa, mas deixo aqui a minha homenagem a quem consegue ver televisão um dia inteiro.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

A cenoura faz os olhos bonitos

Sempre ouvir a minha mãe dizer que a cenoura faz os olhos bonitos, melhor ainda, quem tem uma mãe sempre deve ter ouvido que a cenoura faz os olhos bonitos.
Nas urgências de um Hospital surgem as coisas mais mirabolantes. No outro dia apareceu-me nas urgências do Santa Maria um homem com um sobretudo vestido e um ar muito comprometido.
Apurou-se que o problema que o tinha feito deslocar às urgências foi que tinha introduzido uma cenoura no anús e apenas se lhe via a rama a sair do rabo.
É claro que veio à baila a tradicional desculpa de andar despido pela casa e sem querer sentou-se em cima daquilo.
O facto é que ele não conseguiu tirar a cenoura e teve de se deslocar ao hospital para receber ajuda.
Ao ver o espectáculo da saída da rama da cenoura do anús deste paciente, lembrei-me das palavras da minha mãe:

"A cenoura faz os olhos bonitos..."

e eu acrescento que:

"A cenoura também faz o olho bonito."

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Tendências suicidas

Ontem, por motivos absolutamente anormais, cheguei a casa ainda não eram 19h00. Como era cedo para jantar e tinha trabalho para fazer resolvi começar a trabalhar e liguei a televisão para esta estar a fazer um pouco de ruído de fundo.
Contrariamente ao que é normal, não tinha nenhum DVD musical no leitor que é hábito estar a tocar. Enquanto estava à procura dum DVD a televisão ligou e ficou num dos quatro canais generalistas, pois não tenho TV Cabo. O canal onde a televisão tinha um concurso completamente ridículo sobre preços de bens.
Achei aquilo tão mau que resolvi passar ao seguinte, deparei-me com o Noddy a ensinar a contar (arggghhh). Se o boneco já é mau, armado em professor é pior ainda. Começo sôfrega e nervosamente à procura dum dvd de música (um qualquer servia), pois tinha de mudar de canal depressa e já estava com medo.
Resolvi passar ao canal seguinte e estava a dar uma novela. Entrei em pânico e comecei histericamente a percorrer os dvd's desesperadamente à procura de qualquer coisas musical, até pimbalhada marchava, e já com têndencias suicidas e olhos esbugalhados mudei de canal enquanto tentava alcançar um salvador e milagreiro dvd de Pink Floyd, qual incontinente a correr para um WC após várias horas fechado num cubículo laboral.
A sorte foi eu já ter o DVD na mão e correr para o leitor, pois Morangos com Açúcar já era demais para a minha sanidade mental.
Após ter conseguido salvar a minha vida a muito custo, percebi porque motivo existe uma alta taxa de suicídio no interior do país e nos meios rurais. Quem não têm alternativas à televisão genérica vive em permanente perigo de vida e nem todos conseguem sobreviver.

segunda-feira, janeiro 15, 2007

O perigo do sexo virtual

Está muito na moda o sexo virtual. A toda a hora se ouve falar disso e dos perigos que acarreta andar no mundo cibernético às procura de relacionamentos.
Tal como na realidade real, a virtual também necessita de prevenção. Deixo aqui um cartaz que alerta para os perigos de te ser relações sexuais pela internet sem a devida prevenção e contracepção.

sábado, janeiro 13, 2007

Ando numa maré de sorte

Nunca tive muita sorte com as gajas, sempre fui um homem que teve muito azar com elas e acima de tudo muito rejeitado por elas.
Sempre fui uma espécie de patinho feio que nunca desabrochou em cisne, mantenho-me patinho feio, só que com barba e a bufar após uma boa feijoada. Mas agora a minha sorte mudou e como tal, apesar de não ser rapaz para me gabar, não resisto a partilhar aqui a minha sorte.
Ultimamente, quando destapo uma gaja, ela nunca vem só, destapo às duas e às três gajas de cada vez.
E para não pensarem que é mera fanfarronice masculina deixo aqui em a prova fotográfica do facto.

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Balanço das festas natalicias

Há coisas que deviam ser proibidas por lei fazerem-se de oferta natalícia. Mais um natal mais uns quantos pares de meias daqueles familiares distantes ou conhecidos que pouco nos dizem. Porque não se oferece uns bombons ou qualquer outra treta assim baratucha?
Meias e napperons são o flagelo de todos os natais, já para não falar da bugingaria das lojas chinesas.

terça-feira, janeiro 09, 2007

Quem anda atrás dos ladrões?

A partir do dia um de Janeiro a EMEL (e todas as outras empresas do género) puderam começar a multar os automobilistas.
Assim temos que a juntar à PSP e à policia municipal juntou-se agora a horda de sapos ostracizados que pululavam pelos charcos da amargura deste país.
Assim temos três entidades que anda a multar os automobilistas e agora pergunto eu? Para quando a criação de uma ou mais entidades que também andem atrás dos ladrões? Será que é crime neste país ter carro e eu não me apercebi disso?

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