terça-feira, dezembro 19, 2006

Agilizar a burocracia parte 2

Na sequência do artigo de ontem lembrei-me de acrescentar alguns pontos a esta minha ideia. A ideia de um bébé no minuto têm muito mais repercussões do que se imagina.
Já que há salas de chuto assistidas pensei em salas de cobrição apoiadas. Se lhe chamássemos salas de cobrição assistida corría-se o risco de se ser confundido com práticas voyeristas, ao invés de um processo sério e credível.
Implementava-se nas conservatórias do registo civil, que já têm uma sala de actos (nupciais, claro) uma outra divisão a que se chamaria sala de cópula apoiada. O baptismo da sala não é revelante mas pode ajuda a fomentar uma ideia.
Assim um casal já podia ir à conservatória do registo civil, registar o seu filho. Se não o tivesse, ia à sala ao lado e "fazia-o". Sempre seria mais barato que o quarto duma pensão barata e com a vantagem que, aceitando o casal claro, podia deixar o acto ser filmado (como nos casamentos) e assim renderia alguns cobres em certos canais para adultos.
Para uma mulher solteira não tendo filho/a, bastaria dirigir-se a uma conservatória onde o houvesse um conservador masculino para registar o seu filho. Neste caso especifico a futura mamã far-se-ia acompanhar por um funil teríamos aqui mais um serviço público, pois teríamos com o fúnil e a masturbação uma forma de inseminação artificial.
Por este serviço também poderiam ser cobrados emolumentos, neste caso a distribuir pelos "bons" funcionários como prémio pela produtividade, empenho e amor à causa.

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