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quinta-feira, abril 28, 2011

Com autoridades como estas

"Cenas da investigação criminal em Portugal - Piadas reais:"
(excertos de autos elaborados pela GNR e PSP, peças processuais e diligências)
- Um agente da PSP desloca-se à residência de um casal que anda desavindo e escreve no auto de notícia que: “o sr. x anda muito frustrado porque pagou cerca de 5 mil euros pelos implantes mamários da sua mulher e suspeita que outro cidadão está a usufruir desses dividendos”.
- Escrevia um GNR num auto de notícia:"Numa acção de fiscalização, estando eu de arvorado ao carro patrulha, mandei parar o veículo supra identificado e pedi ao condutor os documentos pessoais e da viatura. Em resposta, disse-me aquele que se o autuasse me iria ao cú, o que fez três vezes."
- A GNR participa acidente e explica que “naquele local o asfalto da estrada era de terra batida”.
- O gatuno era "herdeiro e vozeiro naquele tipo de condutas”.
- Auto de notícia em que se diz que a ofendida foi encontrada em "lã-jeri".
- O arguido era "de raça nómada".
- Auto de notícia em que a GNR denuncia o furto de 24 galinhas das quais uma era galo.
- O arguido resolve acabar o seu requerimento de uma forma cordial: " Pede deferimento" e logo a seguir ... "As minhas sinceras condolências".
- “O  denunciado proferiu vários impropérios na Língua de Camões e também em língua francesa”
-“O individuo trazia o produto estupefaciente junto do órgão genital masculino vulgo pénis”
- Diligência de inquérito: “Solicite à PSP que, em 48h, diligencie por identificar o denunciado que se sabe ter cerca de 16 anos e usar boné”
- Quem comete o crime de "borla" é um "borlista" profissional.
- Auto de denúncia : "enquanto proferiam tais ameaças permitiam-se ainda chamar nomes ofensivos tais como "puta, vaca, jornalista, advogada, ladra, que era boa era para ir para a Ordem dos Advogados".
- Um arguido antes de bater no ofendido atirou-lhe com uma caixa em plástico, "nomeadamente um tampa-roer".
- “O arguido atirou um paralelo-ipípado”.
- "O arguido trazia uma techerte azul às riscas".
- "Os meliantes colocaram-se em fuga, ao volante de uma Picap"
- Na sequência de uma queixa por crime de furto de um veículo a GNR informa que recuperou a dita viatura no entanto a mesma vinha cheia de moças.
- Caso de uma averiguação de causa de morte em que foi determinada a "autópsia parcial" do cadáver.

E como dizem por aí...

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...mas o jacuzzi é meu

terça-feira, dezembro 29, 2009

Pedagogia policial?

Escrevi aqui ontem, sobre uma nova caça à multa que as autoridades desencadearam e obtive algumas reacções, umas positivas, outras negativas.
Assim para aqueles que acham que a polícia e a GNR são uma coisa boa e fixe, deixo aqui uma experiência que me aconteceu recentemente. Como estamos em época natalícia, estamos também na época em que os diferentes grupos sociais a que pertencemos se juntam para confraternizar nos chamados jantares de Natal.
Temos o jantar de Natal dos colegas de trabalho, dos amigos da Rua, dos amigos do Café, da associação recreativa e cultural, da tertúlia, ..., e por aí fora, até chegar ao coma etílico de vários dias a destilar a mesma carraspana.
Como não sou excepção, entre vários ajuntamentos comensais, tive um jantar de Natal de colegas da Universidade que levou a que tivesse que agarrar no carro e deslocar-me alguns quilómetros para outra cidade e a fim de poder estar no convívio etílico habitual destas ocasiões.
No final do repasto fomos fazer a tradicional ronda aos bares, sendo que eu como estava de serviço ao volante, a partir de determinada altura parei de ingerir bebidas alcoólicas e passei à tradicional coca-cola e água.
Já a noite ia longa quando me preparava para o regresso a casa e, como condutor consciente que sou, tomei a iniciativa de me dirigir ao posto da PSP para solicitar efectuar o chamado "teste do balão", que não envolveu qualquer acto felacioso com o brugesso de farda que me atendeu, como certas mentes pecaminosas poderão pensar, e sim soprar na máquina que dita o teor de alcoolemia no meu organismo.
Assim que lá cheguei e solicitei para voluntariamente fazer o teste. A primeira resposta que obtive foi a de que se bebi não devia conduzir. Imediatamente respondi que isso era problema meu, e se eles não quisessem fazer ali o teste, que dissessem onde andava escondidos porque na estrada com todo o gosto me fariam o teste, pois voluntariamente e sem ser ao volante como eles não multam, desincentivam a que se faça o mesmo.

Moral da história: acabei por fazer o dito teste, com o labrego fardado contrariado por não me multar na estrada, e eu acabei opr ficar todo contente que o obriguei a usar uma boquilha.
A partir de agora incentivo toda a gente a ir voluntáriamente aos postos da autoridade da zona, efectuarem o teste de alcoolemia, pois quantas mais boquilhas eles gastarem assim, menos eles podem usar na estrada.

E como dizem por aí...

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segunda-feira, dezembro 28, 2009

E lá vão eles mais uma vez...

Li no Correio da Manhã uma notícia, que pela vulgaridade dela, deixa de ser notícia:
"Polícias lançam caça à multa"

Então mais uma vez aí os vamos ter, de peito feito na estrada, acoitados atrás das moitas, tipo ladrões, à espera do incauto condutor que se for distraído leva uma martelada maior que se for assaltado.
Já não me lembro da última vez que vi uma caça ao gatuno, ao ladrão, ao banditismo, ..., mas caça à multa é cada vez mais recorrente e vulgar.
Eu prefiro ser assalto por ladrões ou gatunos, porque ao menos o serviço é feito por quem está legitimado para tal, pois quando um polícia ou GNR multa uma pessoa nunca se sabe o que nos espera. A única certeza é que coisas boas não são.


E como dizem por aí...

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...mas o jacuzzi é meu

sexta-feira, julho 10, 2009

Tudo deve ao fisco

Vi na quarta-feira no Correio da Manhã, essa grande instituição literária, que duas notárias viram o seu conteúdo penhorado por dividas ao fisco. (leia mais aqui)
O mais engraçado é que segundo o site da Ordem dos Notários um notário "...mesmo sendo profissional liberal, só tem razão de existir porque é um oficial público que representa o Estado e, em nome deste, assegura o controlo da legalidade, conforma a vontade das partes à lei e dá garantia de autenticidade aos actos em que intervém, como delegatário da fé pública – a qual é uma prerrogativa exclusiva do Estado."

Só me apetece dizer, com gente desta a a assegurar a legalidade e a dar garantia de autenticidade aos actos estamos bem lixados...
A sorte deste pais é que as forças policiais não têm agentes corruptos por lá nem a nossa classe política anda a beneficiar com a construção de Outlets... ou então não...


E como dizem por aí...

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quinta-feira, abril 02, 2009

Amnistia Internacional ou Surdez Selectiva Internacional?

Vi no Sapo uma notícia que me fez rir. O titulo da notícia é:
"Amnistia Internacional acusa polícia de graves violações dos direitos do Homem".

E será que os cidadões de França que estavam pacatamente nas suas casas quando lhes foram destruídos bens nos desacatos não lhes foram também violados os seus direitos?
Não me recordo de nessa altura lhes ter ouvido a voz. Se calhar devia-se mudar o nome da A.I. para S. S. I., Surdez Selectiva Internacional.
Pelo menos em França, aparentemente a polícia não serve só para multar...

E como dizem por aí...

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quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Slogan

Anda a circular pela net o novo slogan da EMEL. Eu já recebi e concordo plenamente. E tu?

terça-feira, janeiro 09, 2007

Quem anda atrás dos ladrões?

A partir do dia um de Janeiro a EMEL (e todas as outras empresas do género) puderam começar a multar os automobilistas.
Assim temos que a juntar à PSP e à policia municipal juntou-se agora a horda de sapos ostracizados que pululavam pelos charcos da amargura deste país.
Assim temos três entidades que anda a multar os automobilistas e agora pergunto eu? Para quando a criação de uma ou mais entidades que também andem atrás dos ladrões? Será que é crime neste país ter carro e eu não me apercebi disso?

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