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terça-feira, abril 03, 2012

Sempre a aprender

Afinal, no Canadá a Polícia Montada é outra coisa…

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E como dizem por aí...

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terça-feira, agosto 16, 2011

Arrombamento

Como cabeça no ar que sou, acontece-me frequentemente esquecer-me de tudo em todo o lado. O pior esquecimento que já tive foi quando me esqueci das chaves de casa dentro da própria casa.

No meio desta situação, fiz o normal que é falar com as autoridades, logo dirigiu-se a casa um carro da polícia e um dos bombeiros, para tentar abrir a fechadura e em último caso arrombar a porta. Era mês de Julho, estava particularmente quente esse dia, e o hall de entrada do meu andar é bem quentinho. Estiveram perto de três horas de volta da porta e não estavam a conseguir nada. O calor só ajudava à clarividência de todos os envolvidos. Como aquilo estava a levar tanto tempo ainda perguntei se não queriam a ajuda dum amigo meu que é guarda prisional.

Eu podia-lhe sempre ligar e pedir para ele trazer um dos “clientes” dele, pois certamente ele saberia mais rapidamente o que fazer… e com muito menos estragos na porta…

Pelo olhar dos bombeiros percebi que a minha sugestão não foi bem aceite. Há pessoas que não sabem lidar com críticas ainda que construtivas.

E no final teve de se arrombar mesmo a porta…

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quinta-feira, abril 28, 2011

Com autoridades como estas

"Cenas da investigação criminal em Portugal - Piadas reais:"
(excertos de autos elaborados pela GNR e PSP, peças processuais e diligências)
- Um agente da PSP desloca-se à residência de um casal que anda desavindo e escreve no auto de notícia que: “o sr. x anda muito frustrado porque pagou cerca de 5 mil euros pelos implantes mamários da sua mulher e suspeita que outro cidadão está a usufruir desses dividendos”.
- Escrevia um GNR num auto de notícia:"Numa acção de fiscalização, estando eu de arvorado ao carro patrulha, mandei parar o veículo supra identificado e pedi ao condutor os documentos pessoais e da viatura. Em resposta, disse-me aquele que se o autuasse me iria ao cú, o que fez três vezes."
- A GNR participa acidente e explica que “naquele local o asfalto da estrada era de terra batida”.
- O gatuno era "herdeiro e vozeiro naquele tipo de condutas”.
- Auto de notícia em que se diz que a ofendida foi encontrada em "lã-jeri".
- O arguido era "de raça nómada".
- Auto de notícia em que a GNR denuncia o furto de 24 galinhas das quais uma era galo.
- O arguido resolve acabar o seu requerimento de uma forma cordial: " Pede deferimento" e logo a seguir ... "As minhas sinceras condolências".
- “O  denunciado proferiu vários impropérios na Língua de Camões e também em língua francesa”
-“O individuo trazia o produto estupefaciente junto do órgão genital masculino vulgo pénis”
- Diligência de inquérito: “Solicite à PSP que, em 48h, diligencie por identificar o denunciado que se sabe ter cerca de 16 anos e usar boné”
- Quem comete o crime de "borla" é um "borlista" profissional.
- Auto de denúncia : "enquanto proferiam tais ameaças permitiam-se ainda chamar nomes ofensivos tais como "puta, vaca, jornalista, advogada, ladra, que era boa era para ir para a Ordem dos Advogados".
- Um arguido antes de bater no ofendido atirou-lhe com uma caixa em plástico, "nomeadamente um tampa-roer".
- “O arguido atirou um paralelo-ipípado”.
- "O arguido trazia uma techerte azul às riscas".
- "Os meliantes colocaram-se em fuga, ao volante de uma Picap"
- Na sequência de uma queixa por crime de furto de um veículo a GNR informa que recuperou a dita viatura no entanto a mesma vinha cheia de moças.
- Caso de uma averiguação de causa de morte em que foi determinada a "autópsia parcial" do cadáver.

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quarta-feira, dezembro 29, 2010

E mandá-lo para o...

Quando estiverem zangados com as chefias… a redacção deste pasquim têm uma sugestão com acolhimento do Tribunal da Relação!
Aqui vai a versão resumida:
Quartel da GNR, 4 de Agosto de 2009: cabo da Guarda solicita troca de serviço. Superior hierárquico opõe-se. O militar argumenta: "Vá pró caralho."

Acusado do crime de insubordinação, o cabo escapa a julgamento por decisão do juiz do Tribunal de Instrução Criminal. A hierarquia recorre. O Tribunal da Relação de Lisboa decide:

«[...] A utilização da expressão não é ofensiva, mas sim um modo de verbalizar estados de alma [...] pois tal resulta da experiência comum, que caralho é palavra usada por alguns (muitos) para expressar, definir, explicar ou enfatizar toda uma gama de sentimentos humanos e diversos estados de ânimo. Por exemplo pró caralho é usado para representar algo excessivo. Seja grande ou pequeno de mais. Serve para referenciar realidades numéricas indefinidas: chove pra caralho..., o Cristiano Ronaldo joga pra caralho... [...] não há nada a que não se possa juntar um caralho, funcionando este como verdadeira muleta oratória.»•

O juiz-desembargador Calheiros da Gama e o juiz militar major-general Norberto Bernardes corroboraram a decisão do juiz de instrução de não levar o cabo a julgamento. Virilidade verbal, dizem eles. Mais detalhes é só acederr ao Diário de Notícias
E como não quero que falte nada aos leitores deste pasquim, para ler a notícia na integra aqui vai o link da notícia no Diário de Notícias.
Finalmente, para grande comunidade de juristas que vêm beber o cálice da jurisprudência neste pasquim e que prefiram ler o douto Acórdão, aqui fica igualmente o link.
 
A partir de agora vai tudo corrido a caralho...
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segunda-feira, maio 31, 2010

Os verdadeiros...

... desmancha-prazeres.




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domingo, abril 11, 2010

Ainda dizem coisas da EMEL

Sem comentários, que a imagem vale mil, palavras...




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terça-feira, fevereiro 02, 2010

Carta Registada

Ontem quando cheguei a casa, ao abrir a caixa de correio encontrei um aviso de carta registada. O remetente era explicito, continha a palavra:

"Finanças"

Senti-me logo galvanizado para o resto da noite. Até aposto que é um subsidio...



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terça-feira, dezembro 29, 2009

Pedagogia policial?

Escrevi aqui ontem, sobre uma nova caça à multa que as autoridades desencadearam e obtive algumas reacções, umas positivas, outras negativas.
Assim para aqueles que acham que a polícia e a GNR são uma coisa boa e fixe, deixo aqui uma experiência que me aconteceu recentemente. Como estamos em época natalícia, estamos também na época em que os diferentes grupos sociais a que pertencemos se juntam para confraternizar nos chamados jantares de Natal.
Temos o jantar de Natal dos colegas de trabalho, dos amigos da Rua, dos amigos do Café, da associação recreativa e cultural, da tertúlia, ..., e por aí fora, até chegar ao coma etílico de vários dias a destilar a mesma carraspana.
Como não sou excepção, entre vários ajuntamentos comensais, tive um jantar de Natal de colegas da Universidade que levou a que tivesse que agarrar no carro e deslocar-me alguns quilómetros para outra cidade e a fim de poder estar no convívio etílico habitual destas ocasiões.
No final do repasto fomos fazer a tradicional ronda aos bares, sendo que eu como estava de serviço ao volante, a partir de determinada altura parei de ingerir bebidas alcoólicas e passei à tradicional coca-cola e água.
Já a noite ia longa quando me preparava para o regresso a casa e, como condutor consciente que sou, tomei a iniciativa de me dirigir ao posto da PSP para solicitar efectuar o chamado "teste do balão", que não envolveu qualquer acto felacioso com o brugesso de farda que me atendeu, como certas mentes pecaminosas poderão pensar, e sim soprar na máquina que dita o teor de alcoolemia no meu organismo.
Assim que lá cheguei e solicitei para voluntariamente fazer o teste. A primeira resposta que obtive foi a de que se bebi não devia conduzir. Imediatamente respondi que isso era problema meu, e se eles não quisessem fazer ali o teste, que dissessem onde andava escondidos porque na estrada com todo o gosto me fariam o teste, pois voluntariamente e sem ser ao volante como eles não multam, desincentivam a que se faça o mesmo.

Moral da história: acabei por fazer o dito teste, com o labrego fardado contrariado por não me multar na estrada, e eu acabei opr ficar todo contente que o obriguei a usar uma boquilha.
A partir de agora incentivo toda a gente a ir voluntáriamente aos postos da autoridade da zona, efectuarem o teste de alcoolemia, pois quantas mais boquilhas eles gastarem assim, menos eles podem usar na estrada.

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segunda-feira, dezembro 28, 2009

E lá vão eles mais uma vez...

Li no Correio da Manhã uma notícia, que pela vulgaridade dela, deixa de ser notícia:
"Polícias lançam caça à multa"

Então mais uma vez aí os vamos ter, de peito feito na estrada, acoitados atrás das moitas, tipo ladrões, à espera do incauto condutor que se for distraído leva uma martelada maior que se for assaltado.
Já não me lembro da última vez que vi uma caça ao gatuno, ao ladrão, ao banditismo, ..., mas caça à multa é cada vez mais recorrente e vulgar.
Eu prefiro ser assalto por ladrões ou gatunos, porque ao menos o serviço é feito por quem está legitimado para tal, pois quando um polícia ou GNR multa uma pessoa nunca se sabe o que nos espera. A única certeza é que coisas boas não são.


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terça-feira, julho 21, 2009

Tribunal vende fruta?

Fiquei apazurdido (há já muito tempo que não usava esta palavra por aqui e até já tinha recebido reclamações por isso) com a notícia que li onde um tribunal vendeu artigos apreendidos pela ASAE.
Aqui está uma situação no mínimo caricata, pois se um comerciante não pode vender produtos não rotulados, porque pode o tribunal? Eu nem sabia que o Tribunal podia efectuar comércio, sendo o seu nicho especifico os produtos apreendidos pela ASAE. Se o Belmiro sabe, aposto que vai criar uma nova cadeia de distribuição onde irá vender todos os produtos fora de prazo e outras "legalidades" que certamente encontram pelos armazéns dos hipers e restante comércio.
E eu até, em primeira mão, avanço já com o nome dessa nova cadeia de hipermercados: "Púlpito" (Belmiro, sei que me estás a ler, não te esqueças das royalties a pagar pela utilização do nome aqui ao "je").
Até imagino os Slogans publicitários:
  • "Todas as coisas boas apreendidas pela ASAE num só sítio";
  • "Pulpito: sabe bem comer o que a ASAE apreendeu além";
  • "A ASAE é quem apreende e o Pulpito é que vende";
  • ...


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sexta-feira, junho 19, 2009

GNR precisa de segurança?

Recebo com alguma frequência a critica (construtiva ou não) que eu exagero nos argumentos quando digo que no actual momento 99% da função das forças policiais (GNR, PSP, e Policia Municipal) é multar (em especial ver este) mas hoje ganhei um argumento de peso.
Recebi no meu email uma foto como sendo do quartel da GNR em Armação de Pêra e qual não é o meu espanto quando me deparo que um quartel duma força policial têm de ser vigiado por uma empresa privada de segurança.

Será porquê?
Associado a isto há depois uma série de questões práticas que se colocam como esta:
- se o alarme disparar quando a empresa for actuar como faz? Chama a polícia? Chama os transeuntes?
A não ser que os gatunos sejam os que já estão dentro do quartel e aí a situação é outra.


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segunda-feira, junho 15, 2009

Fuga da prisão


Vi uma noticia no Diário de Notícias que me surpreendeu. Foram capturados ontem 5 indivíduos que tinham fugido da prisão de Caxias (ver a noticia completa aqui).
A notícia surpreendeu-me por dois motivos:
  • as autoridades terem conseguido capturar os indivíduos após a fuga;
  • o facto de alguém querer fugir da prisão, ainda para mais a de Caxias.
Se o primeiro motivo não merece grandes considerações, já o segundo parece-me de justificar alguma coisita.
Não concebo como é que alguém pode querer fugir, ainda por cima da prisão de caxias senão vejamos:
  • cama, mesa e roupa lavada;
  • não têm quaisquer despesas;
  • qualquer tarefa que façam são remunerados;
  • têm uma vista fabulosa para a foz do Tejo e para o Farol do Bugio que qualquer casa com aquela vista valoriza logo 500% mais;
  • possibilidade de trabalhar o bronze todos os dias;
  • droga e salas de chuto;
  • ...
Mas nem tudo são coisas boas, mas desde que se tenha a precaução de evitar tomar banho acompanhado (e mesmo acompanhado não se apanhe o sabonete do chão) o diâmetro do esfincter manterá as medidas normais.
O facto de os reclusos estarem detidos na ala psiquiátrica da prisão explica muita coisa e é uma justificação que esclarece perfeitamente a sanidade mental deles, bem como o facto de terem optado pela fuga em vez de lá ficarem sossegaditos.

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terça-feira, maio 26, 2009

In extremis

Que o tuga deixa tudo para o fim já toda agente sabe. E eu não fujo à regra. Ontem foi o último dia da entrega do IRS por internet para quem aufere os vários tipos de rendimentos. Como é natural, estive ontem a reunir a papelada, a fazer contas e a tentar submeter os dados no site das Declarações Electrónicas.
Mas tal como eu deviam estar pendurados alguns milhares de portugueses pois o site esteve a dar erro desde muito cedo até cerca das 23 horas.
Eu consegui entregar o IRS as 23h e 56 minutos do dia 25/05/2009.
Mas temo que muita gente deve ter ficado pendurada.


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quarta-feira, maio 13, 2009

Afinal eles também batem...

Andam por aí sempre a abrir, sempre de sirene ligada, para a malta os deixar passar e esquecem-se que mesmo de sirene ligada e a bombar ao máximo, a parede não se desvia (acho que nunca lhe ensinaram o código da Estrada).



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sexta-feira, abril 17, 2009

Assalto?

Estou indeciso. Na noticia que abaixo reproduzo, que encontrei no Correio da Manhã, não sei o que é melhor: se a notícia, se os comentários...
Parece que os ladrões ainda não foram parados pela polícia porque não têm infringido os limites de velocidade na estrada e nas cidades põem sempre ticket nos parquímetros...






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terça-feira, outubro 28, 2008

Nisto é eles são bons


Nessa grande instituição literária que é o Correio da Manhã fazia a ontem primeira página do quanto a caça à multa já rendeu.
A novidade não é essa. A novidade seria se mostrassem quantos assaltantes tinham sido apanhados, quantos ladrões tinham sido engavetados...
Tendo em conta os números e a forma até parece apresentação de lucros dum banco e não resultado de acção polícial.
Se lançarem acções na bolsa vou a correr comprar...


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segunda-feira, outubro 20, 2008

Freira Presa

À primeira e para os mais desatentos este título do 24 horas pode parecer um contracenso, mas para mim. Desde sempre desconfiei que freiras e mais restantes membros do clero estão ao nível de facínoras como Jack o Estripador ou qualquer outro vilão.
E até aposto que a fuga à lei desta facínora consistiu no facto de que como anda sempre com Deus, ou o Filho Dele, ela só pagou um bilhete.
Toda a gente sabe que os revisores, esses filhos do Demo, não perdoam nestas coisas.

Se o Senhor quer andar de autocarro, tem que pagar bilhete. E como não se consegue apanhá-lo, prende-se uma das esposas (como toda a gente sabe as freiras são casadas com Deus).


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quinta-feira, outubro 16, 2008

Ponham lá estes gajos em casa

Vi dias atrás uma notícia que me deixou estarrecido:


Acção conjunta entre PJ e ASAE resulta na apreensão de 16 mil litros de álcool ilegal.

(pode ler aqui)

Eu acho que o verdadeiro crime aqui não é o alcool contrafeito, mas sim a apreensão a desta quantidade sem passar nenhum litro pela minha garrafeira. Será que estes gajos não têm mais nada que fazer?

Se passassem mais tempo em casa não seriam encornados, assim andam a lixar a vida ao pessoal. Ainda no outro dia apreenderam uma grande quantidade de CD's de música e DVD's. Assim vou ser obrigado a sacá-los da net e a ir ao supermercado abastecer a garrafeira.

Acho mal!

Porque não vão atrás dos verdadeiros criminosos, como assassinos, políticos ou presidentes de clubes desportivos?


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segunda-feira, setembro 15, 2008

Jovem...

E hoje com o alto patrocínio do Bambi, segue-se uma breve publicidade institucional.

Se és jovem e queres:

· Curtir um cabriolet ...
· Andar a muito mais do que 120Km/h...
· Pisar traços contínuos sem ser incomodado e muito menos multado?
· Andar de carro sem cinto de segurança?


Vem realizar o teu sonho! Junta-te a nós!



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terça-feira, agosto 19, 2008

Novos rebocadores precisam-se

Descobri recentemente que a EMEL vai precisar de novos rebocadores. Existe uma nova forma de estacionamento em Lisboa e para a qual não sei se os parquimetros estão preparados.
E penso que também serão necessários novas formas de fiscalização.
Eu ainda aguardei uns instantes, para ver se a simpática funcionária da EMEL que patrulhava a zona ia verificar se havia sido colocado o ticket de estacionamento, mas ela optou por uma prudente segurança...
Tenho alguma curiosidade em saber onde terão eles colocado o ticket do parquímetro.




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