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sexta-feira, janeiro 06, 2012

Condomínio

É hoje o grande dia. Hoje vou apresentar o relatório de contas da minha administração de condomínio. Ao contrário do que acontece com a maioria das pessoas eu preparei-me bem para esta reunião. Cada vez que tenho uma reunião tenho por hábito informar-me e documentar-me bem sobre o assunto da mesma, e depois fazer os trabalhos preparatórios atinentes aos bom funcionamento da mesma.

Com esta não foi excepção e assim divulguei atempadamente as contas aos condóminos, para todos poderem ter acesso antecipado às contas, e para o bom decorrer da mesma, por forma a aumentar a acertividade entre todos nós tomei ainda o cuidado de:

  • Adquiri uma clava, que me irá acompanhar no decorrer na reunião;
  • Deixei de fazer a barba desde segunda-feira;
  • Fez ontem uma semana que deixei de tomar banho;
  • Fiz directa de ontem para hoje, por forma a eu poder ter a minha capacidade de recepção de criticas ao melhor nível…

Aposto que vai correr tudo muito bem…

E como dizem por aí...

Bonjour para ti também

...mas o jacuzzempre ai é meu

sexta-feira, junho 20, 2008

Violência doméstica...no masculino.

Desde tempos imemoriais que a prática do espancamento da esposa se encontra amplamente difundida em todas as culturas. Na sociedade ocidental, dita civilizada, essa prática tem sido alvo de crítica e de denúncia. Ao contrário do que acontece em países onde sovar a mulher é até aconselhado (Médio Oriente e outras regiões cujo clima favorece o desenvolvimento de mentes embrutecidas) em Portugal o agressor é penalizado por lei, caso seja apresentada queixa. E se o agressor for agressora?

É um facto que também a mulher é capaz dos maiores actos de malvadez para com o seu parceiro, tendo-se tornado especialista numa das mais elaboradas formas de violência doméstica - a violência psicológica. Também as há capazes de arrumar o marido com uma cadeira no lombo mas, bem mais eficazes, são as palavras ditas no momento certo. Por exemplo, quando a mulher agride o marido com a afirmação: "És um impotente!", embora na maior parte dos casos seja verdade, está a ferir de forma irreversível a auto-estima do mesmo e as sequelas psicológicas com que ele fica são susceptíveis de provocar quebra de rendimento no trabalho, dificuldades de micção ou até mesmo suicídio.

Esta e outras situações raramente são denunciadas pela vítima - não há registo nas esquadras da PSP de queixas masculinas invocando que a mulher lhe chama à meses de impotente ou que goza, à frente dos filhos, com o tamanho do seu membro viril. Por vergonha ou falta de esclarecimento, muitos homens continuam a sofrer em silêncio e as agressoras continuam impunes.

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