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sábado, setembro 29, 2012

Limpeza é alegria

pessoas-homens-mulher106951aa_400x225Vi no mural duma amiga (facebookiana e colega de Universidade) a notícia que os homens são mais felizes quando limpam a casa (ver a notícia aqui).

Ao contrário do que se possa pensar eu concordo a 200% por cento com esta ideia, sou defensor da mesma e grande praticante desta alegria.

O motivo desta alegria, obviamente, não é o ato da limpeza em sim, mas o facto de que se sou eu que faço a limpeza em casa é porque não há mulher residente na mesma, o que é sim a grande fonte de alegria deste processo todo.

A minha colega ainda me indicou que o marido é o exemplo da felicidade e atesta a veracidade da noticia, pelo que já lhe solicitei o marido dela duas tardes por semana. Será uma joint venture sem pontos negativos:

  • fico com a casa limpa;
  • reduzo custos despachando a senhora que faz a limpeza à pocilga;
  • ajudo a aumentar a felicidade dum colega e amigo.




E como dizem por aí...

Bonjour para ti também

...mas o jacuzzi é meu

sexta-feira, abril 20, 2012

Saudosismo militar

Como muita gente sabe eu jogo num online que se chama Ogame. Não jogo agora, nem à meia dúzia de dias atrás… Jogo à anos, muitos anos… E num momento especialmente conturbado do jogo, resolveram juntar todos os “tubarões” do jogo em apenas 3 universos, pelo que por lá aquilo anda tudo em efervescência.

Todo este “introitu” serve para esclarecer por lá se anda com a adrenalina a mil e que por lá existe uma coisa que se chama mensagens colectivas. Dentro dessas mensagens colectivas houve um dos meus “comparsas” de vício que se lamentou que como ia para tropa dentro de dias, teria que por o jogo em modo de férias (assim não perde o que construiu). Houve logo uma série de respostas de outros comparsas, o que fez com que ao chegar ao jogo ao fim da tarde me deparasse quase 100 mensagens trocadas entre os mebros da nossa aliança sobre essa temática: tropa.

O pior é que me deparei com machões a verterem lágrimas saudosistas desses tempos (sim, não é só jovens borbulhentos e sem vida social que jogam a jogos on line). Resolvi ripostar com a seguinte mensagem":

Após ver os 3000 colectivos percebi que afinal estou na ally errada:

- Só vejo é saudosistas do tempo em que dormiam juntos com uma remessa de gajos... MAU!!! Cheira-me a panasquice pegada.

Eu não fui à tropa porque supostamente eles querem lá meninos para os fazerem homens, mas como eu suspeito que querem lá meninos para os enrabarem até serem homens e como eu não dessas modernices e já era homem...
Assim a consequência foi ter sido dispensado à tropa...

Ganhem lá tino e falem de coisas como o tempo em que entravam no balneário das miudas a seguir à aula de educação fisica e eram violados por elas e pela professora de educação fisica...

Todos sabemos que é mentira mas é mais hetero...


E como dizem por aí...

Bonjour para ti também
...mas o jacuzzi é meu

segunda-feira, abril 16, 2012

Arrumações primaveris

Estamos a chegar à primavera e resolvi fazer arrumações na casa (a minha mãe carinhosamente a apelidou de "A pocilga").
No meio das arrumações uma questão assolou-me o espirito:

‎... Seria muito estranho reencontrar uma frigideira desaparecida ao procurar uma camisa dentro de um guarda-roupa ?

Hipoteticamente, claro!!!

E eu a pensar que tinha o Triangulo das Bermudas ou um buraco negro dentro do guarda-roupa...

E como dizem por aí...

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...mas o jacuzzi é meu

domingo, dezembro 11, 2011

Ando sempre ao contrário…

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Como a maioria dos mortais tenho um relógio na minha cozinha, sabe-se lá para quê, pois nunca ando a horas certas e até há quem diga que bato as onze ao meio-dia.

Acontece que este relógio esteve meses sem pilha, pelo que estava sem dar horas. Só me lembrava deste facto quando precisava de saber as horas e por acaso estava na cozinha, esse sitio de ficção cientifica para os homens e habitat natural das mulheres…

Acontece que farto de estar sempre a olhar para um relógio que não servia para nada, resolvi colocar uma pilha no mesmo para ele fazer a função dele, dar as horas (e já agora os minutos e os segundos, que hoje estou um mãos largas)…

Então não é que estava na cozinha, com o relógio a funcionar perfeitamente e a primeira vez que precisei de saber as horas perdi um tempo infinito à procura do telemóvel… para saber as horas ???

Oh faz favor!!! Estava capaz de lá ir retirar a pilha…

E como dizem por aí...

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...mas o jacuzzi é meu

sexta-feira, junho 20, 2008

Violência doméstica...no masculino.

Desde tempos imemoriais que a prática do espancamento da esposa se encontra amplamente difundida em todas as culturas. Na sociedade ocidental, dita civilizada, essa prática tem sido alvo de crítica e de denúncia. Ao contrário do que acontece em países onde sovar a mulher é até aconselhado (Médio Oriente e outras regiões cujo clima favorece o desenvolvimento de mentes embrutecidas) em Portugal o agressor é penalizado por lei, caso seja apresentada queixa. E se o agressor for agressora?

É um facto que também a mulher é capaz dos maiores actos de malvadez para com o seu parceiro, tendo-se tornado especialista numa das mais elaboradas formas de violência doméstica - a violência psicológica. Também as há capazes de arrumar o marido com uma cadeira no lombo mas, bem mais eficazes, são as palavras ditas no momento certo. Por exemplo, quando a mulher agride o marido com a afirmação: "És um impotente!", embora na maior parte dos casos seja verdade, está a ferir de forma irreversível a auto-estima do mesmo e as sequelas psicológicas com que ele fica são susceptíveis de provocar quebra de rendimento no trabalho, dificuldades de micção ou até mesmo suicídio.

Esta e outras situações raramente são denunciadas pela vítima - não há registo nas esquadras da PSP de queixas masculinas invocando que a mulher lhe chama à meses de impotente ou que goza, à frente dos filhos, com o tamanho do seu membro viril. Por vergonha ou falta de esclarecimento, muitos homens continuam a sofrer em silêncio e as agressoras continuam impunes.

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